Provavelmente todos os donos de negócios, e todos os gerentes e diretores de empresas falam e aconselham que se precisa saber "comprar bem".
Mas o que é comprar bem?
Como é que se compra bem?
Comprar bem é exatamente isto: comprar pelo menor custo total e ajudando a maximizar o lucro da empresa.
O que é o menor custo total? O menor custo total é o menor preço, associado com o menor risco de problemas de qualidade, com o menor risco de falta de entrega, com o melhor desempenho do produto/insumo comprado. Ou seja: é o menor preço, com o máximo benefício para sua empresa, e o menor risco possível.
Desta forma, nunca (ou praticamente nunca) você deve comprar somente olhando o preço de um insumo. Algumas vezes, porém, somente aprendemos que algum insumo não tem o menor custo total após termos algum problema com o que compramos, e precisamos lembrar disto para comprar melhor no futuro.
Então, como se compra bem?
Compra-se bem:
- Procurando o preço mais baixo.
- Solicitando garantias ao vendedor quanto ao desempenho daquilo que se está comprando.
- Avaliando o desempenho do item comprado durante seu uso.
- Quando possível, solicitando ao vendedor do item que auxilie em seu uso adequado, para obter o melhor do item.
- Garantindo que o preço do item permita que o produto final que você venderá tenha o maior lucro possível.
Estas atitudes farão com que você tenha o menor custo possível, e o menor nível de problemas, o que lhe ajudará a ter maior lucro (pois você reduziu a possibilidade de ter custos não esperados ou indiretos, que possam vir do mau desempenho do item comprado).
Em nosso curso, você aprende a avaliar e escolher fornecedores da forma correta, comprando pelo melhor preço, e não somente pelo menor custo.
Abraços,
Felipe
domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Contadores com "C" maiúsculo
Contadores devem ser muito mais, e muito melhores, do que "um mal necessário".
Muitos empreendedores sentem somente no bolso, a cada mês, que seu contador existe. Aquele profissional ou empresa que foi contratada para cuidar da contabilidade tributária do seu negócio pode, e deve, fazer muito mais por sua empresa do que somente recolher notas fiscais, preparar guias de impostos ou cuidar da documentação oficial que seu negócio precisa (e precisa mesmo) ter.
Se você tem um contador que somente opera em "automático", e que quem nem mesmo conhece o seu negócio, acredite: está na hora de trocar por um melhor (e quem sabe um pouco mais caro).
Um contador, com "C" maiúsculo, deve ser um conselheiro fiscal e tributário.
Ao menos uma vez por mês você deve ter uma conversa com seu contador, e esta conversa precisa passar por tópicos como nível de faturamento, alocação de despesas e custos, contratações e demissões de pessoal, e outros assuntos que possam melhorar o desempenho de seu negócio.
Não falamos aqui da idéia de "evitar" impostos através da sonegação, ou fazer jogadas ilegais para evitar o fisco. Falamos de fazer tudo dentro da lei, para pagar o mínimo de tributos e evitar multas, custos adicionais, poder expandir o negócio, não ser pego por fiscais inescrupulosos e estar de bem com a sociedade.
Um bom contador deve ser capaz de fazer isto por sua empresa.
Se o seu contador está longe disto, não perca tempo: converse com ele, ou troque-o na primeira oportunidade (em geral no início do ano fiscal é melhor) por outro com o qual você tenha mais afinidade, e seja um profissional que esteja sempre bem informado e tenha real interesse de ajudar-lhe.
Abraços,
Felipe
Muitos empreendedores sentem somente no bolso, a cada mês, que seu contador existe. Aquele profissional ou empresa que foi contratada para cuidar da contabilidade tributária do seu negócio pode, e deve, fazer muito mais por sua empresa do que somente recolher notas fiscais, preparar guias de impostos ou cuidar da documentação oficial que seu negócio precisa (e precisa mesmo) ter.
Se você tem um contador que somente opera em "automático", e que quem nem mesmo conhece o seu negócio, acredite: está na hora de trocar por um melhor (e quem sabe um pouco mais caro).
Um contador, com "C" maiúsculo, deve ser um conselheiro fiscal e tributário.
Ao menos uma vez por mês você deve ter uma conversa com seu contador, e esta conversa precisa passar por tópicos como nível de faturamento, alocação de despesas e custos, contratações e demissões de pessoal, e outros assuntos que possam melhorar o desempenho de seu negócio.
Não falamos aqui da idéia de "evitar" impostos através da sonegação, ou fazer jogadas ilegais para evitar o fisco. Falamos de fazer tudo dentro da lei, para pagar o mínimo de tributos e evitar multas, custos adicionais, poder expandir o negócio, não ser pego por fiscais inescrupulosos e estar de bem com a sociedade.
Um bom contador deve ser capaz de fazer isto por sua empresa.
Se o seu contador está longe disto, não perca tempo: converse com ele, ou troque-o na primeira oportunidade (em geral no início do ano fiscal é melhor) por outro com o qual você tenha mais afinidade, e seja um profissional que esteja sempre bem informado e tenha real interesse de ajudar-lhe.
Abraços,
Felipe
domingo, 13 de junho de 2010
Lei de defesa do consumidor
Olá!
A lei de defesa do consumir é um marco importantíssimo da democracia e para a melhoria do respeito que todos os empresários, pequenos e grandes, devem ter por seus clientes.
Claro, temos uma tendência natural em pensar que todas as leis são punitivas, e nos estão esperando "depois da curva da esquina" para nos prejudicar como empresários, porém, se você é um empresário de respeito você não deve interpretar a lei de defesa do consumidor como punitiva.
A lei de defesa do consumidor deve servir de guia. Sim, de guia para a preparação de suas propagandas, da forma da apresentação dos produtos e preços, da garantia da qualidade dos produtos, do seguimento das leis que protegem a saúde do cliente e protegem os direitos do cliente em receber aquilo que lhe foi prometido.
Quando você erra, e não cumpre a lei de defesa do consumidor por engano, não se preocupe. Sua consiência estará bem, desde que você conserte seu erro, admita a culpa, e resolva, integralmente, o problema do cliente, e entregue a ele o que ele realmente comprou.
Quando você erra por desconhecer a lei, você peca por falta.
Quando você erra propositadamente, intencionalmente, não vou comentar.
Tenho visto que a maior parte dos erros e descumprimentos da lei de defsa do consumidor pelas pequenas e médias empresas vem do desconhecimento da lei. Como você pode conhecê-la? É muito simples: compre um livro sobre a lei de defesa do consumidor em uma banca de revistas ou em uma livraria, ou mesmo acesse sites de internete como o da Fundação Procon:
http://www.procon.sp.com.br/
Em verdade, quase todos os estados têm bons sites sobre defesa do consumidor, mesmo com dicas e atitudes que extrapolam o código e mostram como você pode aproximar-se ainda mais de seus clientes, como o site do Procon do Distrito Federal em http://www.procon.df.com.br/ .
Leia o código. Marque no código os artigos que importam ao seu negócio (você verá que o código é genérico, mas que muitas leis se aplicam a todos os negócios e outras somente a alguns).
O formato (linguagem) da escrita do código do consumidor não é simples. É até um tanto rebuscada, mas não passe os olhos sobre a lei de forma displicente. Leia, releia e compreenda em especial os artigos que afetam diretamente seu negócio.
Exemplos de pequenas coisas, mas que fazem toda a diferença: produtos expostos em vitrines necessariamente precisam ter preço (de outra forma você estaria atraindo um consumidor de forma desproporcional para entrar em seu negócio, e ele poderia ficar constrangido por não comprar). Lacrar sacolas na entrada de lojas também é proibido (lei 5161), e pode virar caso de polícia...
Independentemente da lei, siga esta: nunca constranja um cliente, ou o coloque em uma situação de redução social, de preconceito ou desconfiança. Um exemplo: é normal que se verifique se notas de mais alto valor são verdadeiras, mas fazer isto deixará o cliente constrangido...Uma idéia é também verificar se as notas que voc~e está devolvendo como troco ao cliente também são verdadeiras (faça isto na frente do cliente, mesmo que já tenha feito antes); assim o cliente verá que foi tratado com respeito e equidade.
Orgulhe-se por seguir o código de defesa do consumidor, e de não tentar levar vantagem sempre. Isto lhe manterá no negócio por muito tempo, e fará com que a propaganda boca-a-boca sobre o seu negócio seja a melhor possível.
Abraços,
Felipe
A lei de defesa do consumir é um marco importantíssimo da democracia e para a melhoria do respeito que todos os empresários, pequenos e grandes, devem ter por seus clientes.
Claro, temos uma tendência natural em pensar que todas as leis são punitivas, e nos estão esperando "depois da curva da esquina" para nos prejudicar como empresários, porém, se você é um empresário de respeito você não deve interpretar a lei de defesa do consumidor como punitiva.
A lei de defesa do consumidor deve servir de guia. Sim, de guia para a preparação de suas propagandas, da forma da apresentação dos produtos e preços, da garantia da qualidade dos produtos, do seguimento das leis que protegem a saúde do cliente e protegem os direitos do cliente em receber aquilo que lhe foi prometido.
Quando você erra, e não cumpre a lei de defesa do consumidor por engano, não se preocupe. Sua consiência estará bem, desde que você conserte seu erro, admita a culpa, e resolva, integralmente, o problema do cliente, e entregue a ele o que ele realmente comprou.
Quando você erra por desconhecer a lei, você peca por falta.
Quando você erra propositadamente, intencionalmente, não vou comentar.
Tenho visto que a maior parte dos erros e descumprimentos da lei de defsa do consumidor pelas pequenas e médias empresas vem do desconhecimento da lei. Como você pode conhecê-la? É muito simples: compre um livro sobre a lei de defesa do consumidor em uma banca de revistas ou em uma livraria, ou mesmo acesse sites de internete como o da Fundação Procon:
http://www.procon.sp.com.br/
Em verdade, quase todos os estados têm bons sites sobre defesa do consumidor, mesmo com dicas e atitudes que extrapolam o código e mostram como você pode aproximar-se ainda mais de seus clientes, como o site do Procon do Distrito Federal em http://www.procon.df.com.br/ .
Leia o código. Marque no código os artigos que importam ao seu negócio (você verá que o código é genérico, mas que muitas leis se aplicam a todos os negócios e outras somente a alguns).
O formato (linguagem) da escrita do código do consumidor não é simples. É até um tanto rebuscada, mas não passe os olhos sobre a lei de forma displicente. Leia, releia e compreenda em especial os artigos que afetam diretamente seu negócio.
Exemplos de pequenas coisas, mas que fazem toda a diferença: produtos expostos em vitrines necessariamente precisam ter preço (de outra forma você estaria atraindo um consumidor de forma desproporcional para entrar em seu negócio, e ele poderia ficar constrangido por não comprar). Lacrar sacolas na entrada de lojas também é proibido (lei 5161), e pode virar caso de polícia...
Independentemente da lei, siga esta: nunca constranja um cliente, ou o coloque em uma situação de redução social, de preconceito ou desconfiança. Um exemplo: é normal que se verifique se notas de mais alto valor são verdadeiras, mas fazer isto deixará o cliente constrangido...Uma idéia é também verificar se as notas que voc~e está devolvendo como troco ao cliente também são verdadeiras (faça isto na frente do cliente, mesmo que já tenha feito antes); assim o cliente verá que foi tratado com respeito e equidade.
Orgulhe-se por seguir o código de defesa do consumidor, e de não tentar levar vantagem sempre. Isto lhe manterá no negócio por muito tempo, e fará com que a propaganda boca-a-boca sobre o seu negócio seja a melhor possível.
Abraços,
Felipe
terça-feira, 8 de junho de 2010
Segurança no trabalho
A segurança no trabalho, infelizmente, tem sido deixada de lado no Brasil.
Quando você viu alguém aplicar, ou aplicou em seu próprio negócio, um mínimo de ações para ter segurança em sua empresa? É...infelizmente são poucas as empresas que tem um excelente desempenho na prevenção de acidentes de trabalho.
Ainda pior... não conheço nenhum pequeno negócio que tenha políticas de melhoria de segurança do trabalho, e conheço poucos negócios de médio porte que têm. O tema segurança parece estar restrito às grandes empresas (e muitas delas falham de maneira triste...).
Não precisa ser assim! Não deve ser assim! Se você tem, para o seu negócio, idéias ou práticas para evitar acidentes de trabalho, parabéns.
Se você se considera um empresário de respeito, nunca aceite a possibilidade de que ocorram acidentes de trabalho em sua empresa. Nunca.
Qualquer meta de acidentes de trabalho deve ser zero. Nenhuma possibilidade de acidentes deve ser tolerada. Acidentes ocorrem? sim...assim mesmo, a meta de sua empresa, seja ela um pequeno bar, restaurante, lanchonete, academia de ginástica, farmácia, loja de roupas ou qualquer outro deve ser zero acidentes.
A prevenção de acidentes leva à manutenção de famílias felizes, pois a perda do trabalho, ou o afastamento dele, leva à diminuição do ser humano, quando não leva a situações piores como a invalidez para o trabalho, ou mesmo à morte.
Permita-me tentar convencê-lo do seguinte: não permita que nenhum funcionário realize tarefas perigosas sem a devida proteção. Máquinas devem ser desligadas toda a vez que uma situação perigosa ocorrer ou puder ocorrer.
Segurança é feita por três formas:
1. Eliminação de riscos potenciais (em máquinas e equipamentos, locais de trabalho, etc).
2. Eliminação das situações perigosas (ações que levem a potenciais acidentes ou deixem as pessoas expostas a acidentes).
3. Eliminação das atitudes que gerem riscos potenciais de acidentes.
A eliminação de riscos é feita de duas formas: Pela mudança (investimento) de locais, máquinas e situações de trabalho que levem a riscos, e através do exemplo do dono.
Se você tem qualquer dúvida sobre o que acabo de escrever, ou pensa que não pode "perder produção e vendas" por parar processos que levem a riscos de acidentes, pense novamente e reveja sua posição.
Segunda parte: a segurança no trabalho também inclui garantir a segurança de seus clientes enquanto eles estiverem dentro de sua empresa ou negócio. isto mesmo...pode ser um acontecimento raro, mas acidentes com clientes podem acontecer, e muito provavelmente sua empresa poderá ser responsabilizada por este acidente.
Evite: chão molhado, escorregadio, com óleo. Escadas sem proteção lateral e apoio para as mãos. Degraus sem identificação. Pisos em desnível. Tetos rebaixados onde se possa bater a cabeça. Pregos ou locais onde os clientes possam ser cortar ou ferir, etc. Lembre ainda que portas de vidro precisam, por lei, ter uma faixa amarela ou branca para identificá-las (o acidente de bater a cabeça contra a porta de vidro pode ser bem maior do que o "mico"...).
Deixe-me provocá-lo um pouco mais: as poucas empresas (em geral de grande porte) que tem áreas dedicadas à prevenção de acidentes, CIPA (comissão interna para a prevenção de acidentes de trabalho) somente colocam placas de aviso, ou fazem pequenas proteções. Precisamos mais do que isto. De forma muito simples, devemos eliminar as condições que podem gerar acidentes futuros, e em especial eliminar causas de "quase" acidentes. Abra seus olhos, e, com frequencia, verifique se não existem situações, atitudes ou condições no ambiente de trabalho que poderiam gerar acidentes, e as elimine.
Pense em seu negócio para proporcionar segurança aos seus funcionários e também aos seus clientes.
Lembre ainda que algumas ações sobre segurança de tabalho são obrigatórias para todos os estabelecimentos, incluindo meros escritórios, como equipamento para proteção contra incêndios, existência de saídas de emergência e outros.
Você deve ler (na internet você enconta) e adequar-se ao menos às seguintes NRs (normas reguladoras):
NR 5: comissão interna de prevenção de acidentes de trablho (para empresas acima de 7 funcionários).
NR 6: equipamento de proteção individual.
NR 7: PCMSO (programa de controle médico e saúde ocupacional).
NR 9: PPRA (programa de prevenção de riscos ambintais).
NR 17: ergonomia.
NR 23: proteção contra incêndios.
NR 26: sinalzação de segurança.
Verifique ainda, em seu município, se a lei que exige a identificação de portas e vitrines de vidro com uma faixa de identificação foi regulamentada. Se ela foi, e você não tiver estas faixas poderá ser multado. Não entrarei no embate entre aqueles que são contra ou a favor da colocação destas faixas nas vitrines, ou sua influência potencial na perda de vendas ou perda da beleza das vitrines. Ainda assim, nada substitui a vida e a segurança das pessoas, então...
Os seres humanos não são substituíveis. Se você pensa que eles são substituíveis, perdoe a franqueza, mas nunca será um empresário de respeito, e estará vivendo em um mundo dos anos 1950...bem distante do nossos dias.
Quando você viu alguém aplicar, ou aplicou em seu próprio negócio, um mínimo de ações para ter segurança em sua empresa? É...infelizmente são poucas as empresas que tem um excelente desempenho na prevenção de acidentes de trabalho.
Ainda pior... não conheço nenhum pequeno negócio que tenha políticas de melhoria de segurança do trabalho, e conheço poucos negócios de médio porte que têm. O tema segurança parece estar restrito às grandes empresas (e muitas delas falham de maneira triste...).
Não precisa ser assim! Não deve ser assim! Se você tem, para o seu negócio, idéias ou práticas para evitar acidentes de trabalho, parabéns.
Se você se considera um empresário de respeito, nunca aceite a possibilidade de que ocorram acidentes de trabalho em sua empresa. Nunca.
Qualquer meta de acidentes de trabalho deve ser zero. Nenhuma possibilidade de acidentes deve ser tolerada. Acidentes ocorrem? sim...assim mesmo, a meta de sua empresa, seja ela um pequeno bar, restaurante, lanchonete, academia de ginástica, farmácia, loja de roupas ou qualquer outro deve ser zero acidentes.
A prevenção de acidentes leva à manutenção de famílias felizes, pois a perda do trabalho, ou o afastamento dele, leva à diminuição do ser humano, quando não leva a situações piores como a invalidez para o trabalho, ou mesmo à morte.
Permita-me tentar convencê-lo do seguinte: não permita que nenhum funcionário realize tarefas perigosas sem a devida proteção. Máquinas devem ser desligadas toda a vez que uma situação perigosa ocorrer ou puder ocorrer.
Segurança é feita por três formas:
1. Eliminação de riscos potenciais (em máquinas e equipamentos, locais de trabalho, etc).
2. Eliminação das situações perigosas (ações que levem a potenciais acidentes ou deixem as pessoas expostas a acidentes).
3. Eliminação das atitudes que gerem riscos potenciais de acidentes.
A eliminação de riscos é feita de duas formas: Pela mudança (investimento) de locais, máquinas e situações de trabalho que levem a riscos, e através do exemplo do dono.
Se você tem qualquer dúvida sobre o que acabo de escrever, ou pensa que não pode "perder produção e vendas" por parar processos que levem a riscos de acidentes, pense novamente e reveja sua posição.
Segunda parte: a segurança no trabalho também inclui garantir a segurança de seus clientes enquanto eles estiverem dentro de sua empresa ou negócio. isto mesmo...pode ser um acontecimento raro, mas acidentes com clientes podem acontecer, e muito provavelmente sua empresa poderá ser responsabilizada por este acidente.
Evite: chão molhado, escorregadio, com óleo. Escadas sem proteção lateral e apoio para as mãos. Degraus sem identificação. Pisos em desnível. Tetos rebaixados onde se possa bater a cabeça. Pregos ou locais onde os clientes possam ser cortar ou ferir, etc. Lembre ainda que portas de vidro precisam, por lei, ter uma faixa amarela ou branca para identificá-las (o acidente de bater a cabeça contra a porta de vidro pode ser bem maior do que o "mico"...).
Deixe-me provocá-lo um pouco mais: as poucas empresas (em geral de grande porte) que tem áreas dedicadas à prevenção de acidentes, CIPA (comissão interna para a prevenção de acidentes de trabalho) somente colocam placas de aviso, ou fazem pequenas proteções. Precisamos mais do que isto. De forma muito simples, devemos eliminar as condições que podem gerar acidentes futuros, e em especial eliminar causas de "quase" acidentes. Abra seus olhos, e, com frequencia, verifique se não existem situações, atitudes ou condições no ambiente de trabalho que poderiam gerar acidentes, e as elimine.
Pense em seu negócio para proporcionar segurança aos seus funcionários e também aos seus clientes.
Lembre ainda que algumas ações sobre segurança de tabalho são obrigatórias para todos os estabelecimentos, incluindo meros escritórios, como equipamento para proteção contra incêndios, existência de saídas de emergência e outros.
Você deve ler (na internet você enconta) e adequar-se ao menos às seguintes NRs (normas reguladoras):
NR 5: comissão interna de prevenção de acidentes de trablho (para empresas acima de 7 funcionários).
NR 6: equipamento de proteção individual.
NR 7: PCMSO (programa de controle médico e saúde ocupacional).
NR 9: PPRA (programa de prevenção de riscos ambintais).
NR 17: ergonomia.
NR 23: proteção contra incêndios.
NR 26: sinalzação de segurança.
Verifique ainda, em seu município, se a lei que exige a identificação de portas e vitrines de vidro com uma faixa de identificação foi regulamentada. Se ela foi, e você não tiver estas faixas poderá ser multado. Não entrarei no embate entre aqueles que são contra ou a favor da colocação destas faixas nas vitrines, ou sua influência potencial na perda de vendas ou perda da beleza das vitrines. Ainda assim, nada substitui a vida e a segurança das pessoas, então...
Os seres humanos não são substituíveis. Se você pensa que eles são substituíveis, perdoe a franqueza, mas nunca será um empresário de respeito, e estará vivendo em um mundo dos anos 1950...bem distante do nossos dias.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Português, inglês, espanhol...
Olá,
Educação é fundamental. provavelmente nenhum de nós duvidaria ou argumentaria contra a educação e sobre a sua importância crucial na construção de um amanhã melhor, com mais desenvolvimento e mais estabilidade social.
Desta maneira, sou um advogado na defesa da educação nas pequenas e médias empresas também. Muitas pessoas precisam de um pequeno "empurrãzinho" para continuar seus estudos, completar o primeiro grau, segundo e a faculdade, e esta ajuda pode, sim, vir do seu negócio.
Esta ajuda pode ser financeira, algumas vezes com possibilidade de descontar os gastos com educação do imposto de renda a pagar da empresa, e também pode ser com apoio emocional e de motivação.
Agora, de uma forma mais "mundana", gostaria de lembrar da influência dos erros de grafia (escrita) e comunicação nos negócios: errar concordâncias, tempos verbais ou mesmo a forma de escrever palavras, em especial em português, é um problema grave. Estes erros levam a uma percepção, pelo público, de perda de qualidade, de falta de sensibilidade e de educação que depreciam o negócio.
Os erros podem ser simples:
Erros de grafia, do tipo aguia ao invés de agulha, farmacia ao invés de farmácia, com acento, etc, etc.
Erros de concordância (esses machucam os ouvidos...) do tipo "uma caixa de ovo", " duas dúzia de maçã", "trocar dois pneu", etc,etc.
Pleonasmos, que são as repetições de coisas óbvias do tipo: subir para cima, falar para fora...
Nas comunicações por escrito (cartazes, avisos, panfletos de propaganda, etc) e nas comunicações orais (autofalantes, microfones, etc), não podemos cometer estes erros, e se eles forem cometidos devem ser corrigidos prontamente.
Ainda pior quando tentamos nos comunicar em inglês, espanhol ou outra lingua, que não o português. Neste caso, nunca coloque um cartaz ou fale algo sem antes ter confirmado uma pessoa que tem a lingua estrangeira como sua lingua materna. Acredite: o espanhol e inglês ensinados em nossas escolas públicas são insuficientes e nos levam a erros facilmente.
Todos erramos, não? claro! mas é por isso que reviso este blog em busca de erros de português todo o tempo. Falar e ecrever com perfeição nossa lingua é defender nosso futuro como país.
Abraços,
Educação é fundamental. provavelmente nenhum de nós duvidaria ou argumentaria contra a educação e sobre a sua importância crucial na construção de um amanhã melhor, com mais desenvolvimento e mais estabilidade social.
Desta maneira, sou um advogado na defesa da educação nas pequenas e médias empresas também. Muitas pessoas precisam de um pequeno "empurrãzinho" para continuar seus estudos, completar o primeiro grau, segundo e a faculdade, e esta ajuda pode, sim, vir do seu negócio.
Esta ajuda pode ser financeira, algumas vezes com possibilidade de descontar os gastos com educação do imposto de renda a pagar da empresa, e também pode ser com apoio emocional e de motivação.
Agora, de uma forma mais "mundana", gostaria de lembrar da influência dos erros de grafia (escrita) e comunicação nos negócios: errar concordâncias, tempos verbais ou mesmo a forma de escrever palavras, em especial em português, é um problema grave. Estes erros levam a uma percepção, pelo público, de perda de qualidade, de falta de sensibilidade e de educação que depreciam o negócio.
Os erros podem ser simples:
Erros de grafia, do tipo aguia ao invés de agulha, farmacia ao invés de farmácia, com acento, etc, etc.
Erros de concordância (esses machucam os ouvidos...) do tipo "uma caixa de ovo", " duas dúzia de maçã", "trocar dois pneu", etc,etc.
Pleonasmos, que são as repetições de coisas óbvias do tipo: subir para cima, falar para fora...
Nas comunicações por escrito (cartazes, avisos, panfletos de propaganda, etc) e nas comunicações orais (autofalantes, microfones, etc), não podemos cometer estes erros, e se eles forem cometidos devem ser corrigidos prontamente.
Ainda pior quando tentamos nos comunicar em inglês, espanhol ou outra lingua, que não o português. Neste caso, nunca coloque um cartaz ou fale algo sem antes ter confirmado uma pessoa que tem a lingua estrangeira como sua lingua materna. Acredite: o espanhol e inglês ensinados em nossas escolas públicas são insuficientes e nos levam a erros facilmente.
Todos erramos, não? claro! mas é por isso que reviso este blog em busca de erros de português todo o tempo. Falar e ecrever com perfeição nossa lingua é defender nosso futuro como país.
Abraços,
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Oferta e demanda
A “lei da oferta e da demanda” é algo sobre o qual você certamente já ouviu falar.
Este conceito é mais um daqueles incrustados em nossos cérebros desde pequenos, muito mais por que simplesmente o ouvimos diversas vezes, e em todos os lugares...é o comentarista de rádio que diz “os preços subiram pois esta é a lei da oferta e da demanda...”, ou na televisão o jornalista que nos diz que as “as vendas caíram pois não havia demanda, e com elas caíram os preços”...
Verdade é que poucos realmente entendem de onde vem a lei da oferta e da demanda, e de que ela não é, necessariamente, uma lei. Ela não é absoluta, mas uma tendência.
Como é que funciona a lei da oferta e da demanda? A teoria é simples: as pessoas pagam mais caro por algo que é raro, e pagam menos por algo que existe aos montes... Fácil assim.
Então, se a safra de milho teve problemas, e há menos milho no supermercado, ele fica mais caro. Se a China usa montes de minério de ferro e deixa os outros países sem, o ferro fica mais caro. Se você vende cebolas, e a safra foi enorme, ela fica mais barata.
Agora, o que você precisa entender é algo um pouquinho mais complexo (mas não muito): a lei da oferta e da procura é afetada por muitas coisas, e entre estas coisas estão duas que são importantes para qualquer negócio pequeno ou médio:
Você pode “manipular” um pouco a demanda ( a quantidade que os clientes querem comprar) estando próximo aos seus clientes, e induzindo-os a comprar mais.
Que existem alguns produtos que são comprados de forma “empurrada” e outros de forma “puxada”, e muitos que são vendidos com uma combinação de “puxar e empurrar”.
Vamos lá:
Em condições normais, quantos sacos de bolacha seriam vendidos em um supermercado pequeno, a cada dia? Não sei, mas digamos que fossem dez (10) pacotes por dia. Se o supermercado faz promoção das bolachas, ele provavelmente venderá mais que dez sacos por dia.
Estas promoções você também pode fazer em seu negócio, e existem alguns modelos básicos:
Promoção de preço mais baixo: a teoria da lei e da demanda diz que se você for baixando cada vez mais o preço, cada vez vai vender mais, até certo limite (por exemplo, ninguém levaria para cada 10.000 sacos de biscoitos).
Através de propaganda, em especial visual (pois a visão incita à compra), de forma que o cliente veja seu produto. Um guaraná exposto em um banner vende mais do que o guaraná dentro da geladeira.
Se você está longe de seus clientes, eles podem até querer comprar de você, mas podem não fazê-lo simplesmente porque não lhe conhecem.
Então funciona assim: você baixa os preços e vende mais (porém com menos lucro) ou aumenta os preços e vende menos (mas com mais lucro). Tudo é uma questão de matemática para saber qual das duas opções é melhor. Você fica perto de seus clientes (através de propagandas, ligando para eles, através da internet, etc.) e eles compram mais. Você fica longe deles, e eles compram menos.
A questão “empurrar” e “puxar” funciona assim:
Alguns produtos são “puxados pelo cliente”, por exemplo, como o consumo de pão. O cliente vai à padaria ou no mercado procurando por pão. Não adianta você “empurrar” pão no cliente que ele não comprará uma quantidade enorme.
Alguns produtos são “empurrados” por você para o cliente, como, por exemplo, a compra de celulares de última geração. Não haverá um milhão de pessoas loucas pelo último e mais caro dos celulares, mas você pode, através de marketing e promoções, “empurrar” o celular para que ele seja comprado.
Neste momento você já deve ter percebido que não há, em verdade, produtos que sejam somente empurrados ou puxados. Há sempre uma combinação dos dois.
Você precisa entender para qual das categorias, “puxado” ou “empurrado”, seus produtos pendem. Quanto mais puxados, mais estoque você precisará, quanto mais empurrados menor estoque e maior esforço de marketing e propaganda precisará.
Você terá grande sucesso se souber bem utilizar a lei da demanda e da oferta em seu favor, assim como se souber empurrar, com carinho, os produtos aos seus clientes.
Abraços,
Felipe
Este conceito é mais um daqueles incrustados em nossos cérebros desde pequenos, muito mais por que simplesmente o ouvimos diversas vezes, e em todos os lugares...é o comentarista de rádio que diz “os preços subiram pois esta é a lei da oferta e da demanda...”, ou na televisão o jornalista que nos diz que as “as vendas caíram pois não havia demanda, e com elas caíram os preços”...
Verdade é que poucos realmente entendem de onde vem a lei da oferta e da demanda, e de que ela não é, necessariamente, uma lei. Ela não é absoluta, mas uma tendência.
Como é que funciona a lei da oferta e da demanda? A teoria é simples: as pessoas pagam mais caro por algo que é raro, e pagam menos por algo que existe aos montes... Fácil assim.
Então, se a safra de milho teve problemas, e há menos milho no supermercado, ele fica mais caro. Se a China usa montes de minério de ferro e deixa os outros países sem, o ferro fica mais caro. Se você vende cebolas, e a safra foi enorme, ela fica mais barata.
Agora, o que você precisa entender é algo um pouquinho mais complexo (mas não muito): a lei da oferta e da procura é afetada por muitas coisas, e entre estas coisas estão duas que são importantes para qualquer negócio pequeno ou médio:
Você pode “manipular” um pouco a demanda ( a quantidade que os clientes querem comprar) estando próximo aos seus clientes, e induzindo-os a comprar mais.
Que existem alguns produtos que são comprados de forma “empurrada” e outros de forma “puxada”, e muitos que são vendidos com uma combinação de “puxar e empurrar”.
Vamos lá:
Em condições normais, quantos sacos de bolacha seriam vendidos em um supermercado pequeno, a cada dia? Não sei, mas digamos que fossem dez (10) pacotes por dia. Se o supermercado faz promoção das bolachas, ele provavelmente venderá mais que dez sacos por dia.
Estas promoções você também pode fazer em seu negócio, e existem alguns modelos básicos:
Promoção de preço mais baixo: a teoria da lei e da demanda diz que se você for baixando cada vez mais o preço, cada vez vai vender mais, até certo limite (por exemplo, ninguém levaria para cada 10.000 sacos de biscoitos).
Através de propaganda, em especial visual (pois a visão incita à compra), de forma que o cliente veja seu produto. Um guaraná exposto em um banner vende mais do que o guaraná dentro da geladeira.
Se você está longe de seus clientes, eles podem até querer comprar de você, mas podem não fazê-lo simplesmente porque não lhe conhecem.
Então funciona assim: você baixa os preços e vende mais (porém com menos lucro) ou aumenta os preços e vende menos (mas com mais lucro). Tudo é uma questão de matemática para saber qual das duas opções é melhor. Você fica perto de seus clientes (através de propagandas, ligando para eles, através da internet, etc.) e eles compram mais. Você fica longe deles, e eles compram menos.
A questão “empurrar” e “puxar” funciona assim:
Alguns produtos são “puxados pelo cliente”, por exemplo, como o consumo de pão. O cliente vai à padaria ou no mercado procurando por pão. Não adianta você “empurrar” pão no cliente que ele não comprará uma quantidade enorme.
Alguns produtos são “empurrados” por você para o cliente, como, por exemplo, a compra de celulares de última geração. Não haverá um milhão de pessoas loucas pelo último e mais caro dos celulares, mas você pode, através de marketing e promoções, “empurrar” o celular para que ele seja comprado.
Neste momento você já deve ter percebido que não há, em verdade, produtos que sejam somente empurrados ou puxados. Há sempre uma combinação dos dois.
Você precisa entender para qual das categorias, “puxado” ou “empurrado”, seus produtos pendem. Quanto mais puxados, mais estoque você precisará, quanto mais empurrados menor estoque e maior esforço de marketing e propaganda precisará.
Você terá grande sucesso se souber bem utilizar a lei da demanda e da oferta em seu favor, assim como se souber empurrar, com carinho, os produtos aos seus clientes.
Abraços,
Felipe
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Diferenciação
Agora, para arrasar quarteirões com este último conceito básico: diferenciação.
Todo mundo quer ser diferente, todo mundo tem que ser diferente!
O problema é que, como um amigo, doutor em marketing na Alemanha, gosta de comentar, em geral somente uma empresa realmente consegue ter um diferencial em um certo mercado... a grande maioria das empresas é simplesmente igual, ou bem parecida com seus concorrentes diretos...
Vem então um grande dilema: se o seu negócio é igual ao dos concorrentes ele não aparece, mas se é muito diferente pode ser considerado como "deslocado", fora de foco.
Foco é importante para qualquer negócio. Por exemplo: se você tem uma academia de dança, e coloca aulas de ginástica e natação, daqui a pouco não será mais uma escola de dança... Por outro lado, se não diferenciar não atrairá novos clientes.
Como se pode diferenciar um negócio de outro? de muitas formas: pela eficiência, pelo preço, pela limpeza, pela organização, pela rapidez, etc, etc.
Ainda assim, diferenciar é importante. Procure sempre formas de diferenciar seu negócio dos outros concorrentes.
Quando você constrói um diferencial que se mantém por um certo tempo (quanto mais longo este tempo melhor) você constrói o que se chama "diferencial competitivo".
A maior parte dos diferenciais competitivos é difícil de ser mantido em nosso mundo onde tudo se copia com velocidade e facilidade... Os diferenciais competitivos mais fortes atualmente são aqueles ligados a patentes (que não podem ser copiados, por lei) e aqueles ligados ao serviço que você oferece ao cliente e que vem do nível de treinamento e conhecimento de seus funcionários.
Um exemplo: se você tem uma padaria e faz um bolo de maracajá espetacular, pode ser que seja bem complicado copiar seu bolo. Agora, se o atendimento que seus funcionários da padaria dão no balcão também é espetacular e excelente então você terá uma padaria diferenciada logo, logo...
Novamente reforço: faça bem feito. Somente com isto você já estará muito bem, pois a maioria dos negócios peca ao não fazer bem feito. Depois vá melhorando e fazendo algo mais pelo seu cliente, quanto mais surpreendente, melhor.
Forte abraço!
Todo mundo quer ser diferente, todo mundo tem que ser diferente!
O problema é que, como um amigo, doutor em marketing na Alemanha, gosta de comentar, em geral somente uma empresa realmente consegue ter um diferencial em um certo mercado... a grande maioria das empresas é simplesmente igual, ou bem parecida com seus concorrentes diretos...
Vem então um grande dilema: se o seu negócio é igual ao dos concorrentes ele não aparece, mas se é muito diferente pode ser considerado como "deslocado", fora de foco.
Foco é importante para qualquer negócio. Por exemplo: se você tem uma academia de dança, e coloca aulas de ginástica e natação, daqui a pouco não será mais uma escola de dança... Por outro lado, se não diferenciar não atrairá novos clientes.
Como se pode diferenciar um negócio de outro? de muitas formas: pela eficiência, pelo preço, pela limpeza, pela organização, pela rapidez, etc, etc.
Ainda assim, diferenciar é importante. Procure sempre formas de diferenciar seu negócio dos outros concorrentes.
Quando você constrói um diferencial que se mantém por um certo tempo (quanto mais longo este tempo melhor) você constrói o que se chama "diferencial competitivo".
A maior parte dos diferenciais competitivos é difícil de ser mantido em nosso mundo onde tudo se copia com velocidade e facilidade... Os diferenciais competitivos mais fortes atualmente são aqueles ligados a patentes (que não podem ser copiados, por lei) e aqueles ligados ao serviço que você oferece ao cliente e que vem do nível de treinamento e conhecimento de seus funcionários.
Um exemplo: se você tem uma padaria e faz um bolo de maracajá espetacular, pode ser que seja bem complicado copiar seu bolo. Agora, se o atendimento que seus funcionários da padaria dão no balcão também é espetacular e excelente então você terá uma padaria diferenciada logo, logo...
Novamente reforço: faça bem feito. Somente com isto você já estará muito bem, pois a maioria dos negócios peca ao não fazer bem feito. Depois vá melhorando e fazendo algo mais pelo seu cliente, quanto mais surpreendente, melhor.
Forte abraço!
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