sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Margem de Contribuição

Um segundo conceito bem fácil de ser aprendido, porém bem difícil de ser realmente compreendido e utilizado: margem de contribuição.

Vamos tentar escapar do conceito tradicional de margem de contribuição, que usaria um português bem complicadinho. Vamos explicá-la com um exemplo prático:

Tendo um certo produto, ele é vendido por um preço X. Sobre este preço de venda, incidem impostos de venda (em geral ICMS, PIS e Cofins, às vezes outros impostos). Muito bem: do preço de venda bruto tiramos os impostos e ficamos com o preço de venda líquido.

Do preço de venda líquido, tiramos os custos variáveis, que são aqueles que variam, ou dependem, da quantidade produzida desse produto. Na maior parte das vezes, os custos variáveis são todos os materiais (matérias-primas e insumos utilizados na produção), a embalagem e algumas vezes o transporte.

O que nos sobra é a margem de contribuição.

Fácil, não é? Exemplo, uma bolacha de água e sal (uma só.. não vai pensando no pacote inteiro não.. hehe), feita de farinha, água e sal (para simplificar). Se pudéssemos vender uma só bolacha, a sua margem de contribuição seria o seu preço líquido (preço de venda sem impostos) menos o custo da farinha, da água e do sal usado para fazer essa única bolacha.

O dinheiro deixado nesta diferença é a margem de contribuição. Ela é chamada assim pois o dinheiro que sobra contribui (ajuda) a pagar os custos fixos (todos os outros custos e que não variam com a produção) da produção da produto (exemplo: mão-de-obra dos funcionários, aluguel, energia elétrica, etc, etc).


Em nosso curso sobre administração de negócios mostro, de forma clara e inequívoca, como usart este conceito para aumentar de forma consitente as margens de uma negócio e levá-lo à estabilidade.

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